COMI O CASADO NO CHÃO DO ESTOQUE DA EMPRESA

Numa das minhas voltas do trabalho pra casa, recebo o convite de um cara pra me mamar na empresa dele. Ele costumava ficar sozinho no escritório depois das 19:00 horas, e haveria espaço para aprontarmos por lá. Chegando no lugar, era um prédio comercial, e a empresa que o casado trabalhava era no térreo. Foi fácil entrar e estacionar, e quando cheguei no escritório, a empresa pegava metade da área térrea, com umas três salas e o casado ficava bem na entrada, uma porta de vidro, com mais quatro mesas disposta. Como se eu fosse um cliente, me recebeu, me fez sentar em frente a sua mesa e conversamos um pouco. Então ele levantou e fechou toda a sala com o blackout, onde não era possível ver nada por fora. Dali, já me levantei e nos beijamos. Mas ainda desconfortável, me levou para o estoque, onde começamos a nos pegar. Ele, de aliança, tinha pouco mais de 1,70m, uns 75 kg, corpo normal, cabelo claro, olhos verdes, voz e pegada de macho. Já tirei sua camisa e ele a minha, sentei na cadeira e ele ajoelhou e começou a me chupar. Chupava com vontade, primeiro por cima da cueca, cheirando, chupando minha pica já dura e melada. Então tirou a cueca e enfiou inteiro na boca, linguava as bolas, chupava e gemia. Mandei tirar a calça e ficou só de cueca, e enquanto me chupava, comecei a brincar com o seu rabo. Primeiro colocando a mão por cima da cueca, já dava pra sentir o rabo liso. Ele começou a me chupar cada vez mais gostoso e ele mesmo não aguentou. Levantou e pediu pra que eu comesse ele. Peguei a camisinha e ele tratou de tirar toda a roupa. Tinha um cuzinho rosado, bunda branca, uma delícia. Minha pica latejava e babava, a camisinha entrou fácil e ele não perdeu tempo, ajeitou minha pica e tentou sentar de costas pra mim. Tava apertado, teve dificuldade, então ficou esfregando pra encaixar. Então o segurei e puxei. Me xingou, mas gostou de sentir a pegada e o pau entrando com força, e começou a rebolar na pica com vontade. Tive que me segurar na cadeira, porque o casado tava com vontade. E não cansava. Foi então que eu o levantei, ainda encaixado, e o coloquei contra a parede. Segurando na cintura e ele se apoiando, comecei a bombar, em pé, forte, e comecei a bater na bunda branca dele. A cada tapa, via ficar mais vermelha, e ele começou a gemer mais alto. Mandei calar a boca e a socar mais forte, só pra provocar. Ele pediu pra parar um pouco e eu disse que agora ele ia aguentar. Ele foi abaixando até ficar com o rabo empinado pra cima, com as mãos no chão. Aí que comecei a socar forte, de cima pra baixo, rasgando aquele rabo branco. Ele não aguentou e escapou do meu pau, ajoelhando no chão. Foi aí que ele não esperava, montei em cima dele, enfiando o pau de cima pra baixo, e eu passei a cavalgar no rabo dele. O cara gemia, quase chorando já, mas começou a gostar e a rebolar, e eu vendo minha pica entrar e sair daquele rabo branco, todo suado. Foi então que ele falou que já estava gozando, e melou todo o chão do estoque de porra. Eu levantei e terminei de bater até esporrar no rabo dele ainda de quatro. Ele deitou no chão e ficou uns minutos la se recuperando, enquanto eu sentado na cadeira, via as caixas de papel sulfite de um lado e de grampo e elásticos do outro. Ele se levantou e começou a arrumar o estoque. Foi tesão demais vê-lo pelado indo ao banheiro buscar papel pra limpar o chão. Terminamos de nos limpar na pia do banheiro e, depois de tudo arrumado, saímos como se o cliente tivesse sido muito bem atendido. E foi! 

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