O FLAGRA NO INTERIOR
Semana passada passei por mais uma situação memorável e diferente das minhas aventuras sexuais. Contando, ninguém acredita. Durante minha viagem a uma cidadezinha do interior de São Paulo, tentei encontrar um macho pra dar uma mamada na minha pica. Como boa parte de vocês sabem, ô lugarzinho difícil pra se aprontar gostoso é o interior. Além de poucas opções, no final, as melhores são os que são de fora. Apesar que tive uma ótima surpresa que conto num próximo post. Após alguns dias sem sucesso, resolvi me arriscar com um cara de vinte e três anos, estudante, que apesar das fotos, suas medidas correspondiam a de um gordinho. Nada contra, inclusive os gordinhos chupam muito bem. Dito e feito. Após me buscar numa rua neutra, me falou de um lugar próximo a saída da cidade que normalmente aconteciam umas putarias. O convenci a me levar lá e o lugar era completamente deserto. Ao lado de uma rodovia, uma saída nos levava para uma estrada de terra, completamente escura. Era perigoso, mas pra quem estava no tesão e já havia aprontado no meio de um milharal, valia o risco. Paramos o carro a um km mais pra frente, mas com a visibilidade da rodovia e de quem vinha de lá (pelo menos se era um veículo, garanto que nada mais que isso). Então o cara começou a mamar e, como eu desconfiava, chupava bem. Quando meu pau já latejava na boca dele, apareceu de longe um carro. Logo nos arrumamos e esperamos o carro para ver o que aconteceria. O carro passou por nós duas vezes, mas não parou e também não era possível ver quem estava dentro. Então já tirei meu pau pra fora novamente e baixei a cabeça do cara, voltando aos trabalhos. Já quando surgiu novo carro, nem avisei, apenas vigiei o movimento do carro, enquanto ganhava minha mamada tranquilamente. Ficamos um tempo sozinhos a ponto de ficarmos ambos quase pelados, apenas de camiseta. Antes é importante detalhar que eu vestia uma camiseta e uma bermuda daquelas de tactel que você compra em magazines grandes, na verdade era uma curta que levava para usar em piscinas ou praia. O cara vestia uma bermuda jeans branca e camiseta também. Bermudas e cuecas no chão, eu sendo mamado e dedando o rabo do cara, pra deixá-lo com vontade de me dar, apesar de que só estava interessado mesmo na mamada. Ainda sozinhos, brinquei de esfregar o pau no rabo dele, e o fiz me chupar novamente. Percebi que ele estava com muito tesão, até mais que eu que estava sendo mamado. Então mandei ele bater uma pra eu ver, cheguei no ouvido dele e o mandei esporrar pra mim. Ele se segurando pra não gozar, disse que não ia pois gozava muito. Foi então que o provoquei e falei, agora que eu quero esta porra, esporra pra mim moleque. Ele então, após hesitar, esporrou longe, tanto que desviei para não ser atingido. A camiseta dele ficou uma marca grande de porra. Aquilo me excitou e o mandei continuar a mamada. Enquanto ele me mamava, avistei novamente um carro, mas como já havia entendido o fluxo do lugar, o deixei mamando e fiquei observando. Então o carro passou devagar do nosso lado, parou e então ouvimos a porta abrir. E ao mesmo tempo, ouvimos: Levantem e saiam do carro com a mão na cabeça. Quando vimos, eram três policiais, um na viatura e os outros dois do lado de fora do carro, apontando a arma para nós. Logo procurei meu short de tactel, sem cueca mesmo e coloquei. O cara que estava comigo correu pra colocar o short dele, e saímos do carro, os dois amassados e bagunçados. Se você já teve que vestir um short de tactel na correria e de pau duro, já imagina como devo ter saído do carro. O short todo desgrenhado, e meu pau, talvez pela tensão do momento, duro. Saí com as mãos na cabeça, o policial me aguardando apontando a arma, e eu pensando nas milhares de coisas que podiam acontecer naquele momento, como ser preso, levar uma surra, tudo de pior. Ao parar atrás do carro, meu pau duro, pra cima, me incomodava ver que os policiais me viriam daquele jeito e estupidamente, baixei as mãos para acertar o short que mostrava meu pau apontado pra cima. Então ouvi: Porra, eu falei mãos na cabeça caralho, você é louco? Imediatamente voltei as mãos para a cabeça e comecei a ser revistado por trás por um dos policiais que nos interrogou:
Policial: O que vocês estão fazendo aqui?
Eu: Estamos conversando...
Policial: Ah, é? Vocês estão conversando no meio do nada e no escuro?
Eu: Sim, somos amigos conversando no escuro. (Ainda sendo revistado pelo outro policial)
Policial: Vocês são namorados?
Eu: Não, somos amigos.
Policial: Vocês estão ficando?
Eu: Não, somos só dois amigos conversando.
Policial: Eles estão namorando!
O cara que estava comigo: Sim, somos namorados!
Policial: Eles só estão namorando. Tomem cuidado, acabou de ter um roubo por aqui perto, não fiquem por aqui. (Já entrando no carro).
Eu: Ok! (Ainda de pau duro e não entendendo nada).
Nem com toda aquela situação, meu pau ficou mole. Eu e o cara então entramos novamente no carro. O cara que estava comigo me perguntou ainda o que faríamos e eu o disse prontamente: - vamos embora. Você já gozou e eu já tive muita emoção por hoje.
Procuramos nossas cuecas no carro, nos vestimos direito e fomos embora. Apesar de tudo, minha gozada foi no quarto do meu hotel naquela noite, relembrando principalmente a minha revista de pau duro...
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