O BEIJO DE PORRA DO GUITARRISTA
Eu não sei se já comentei aqui, mas durante muito tempo, minha principal fonte de busca de machos para aprontar era pelo bate papo do uol. Era não, ainda é um lugar que uso, pois quem realmente quer alguma discrição, é o melhor caminho. Apesar de ser mais demorado, é mais certeiro, principalmente no quesito qualidade. Entre minhas buscas, encontrei este cara, já nos seus 24 anos, bi como eu, aparentemente não tão experiente, mas que mostrava curtir uma boa putaria entre machos. Após alguns dias de conversas e exibições pelo Skype, combinamos de nos encontrar logo após um ensaio da banda dele (sim, foi aí que descobri que ele era guitarrista de uma banda). Após horário marcado, nos encontramos e fomos para o motel. Esta história já tem um bom tempo, talvez não lembre fielmente todos os detalhes, mas lembro exatamente a tensão dos dois até o exato momento de entrar no quarto de motel ali numa avenida movimentada da Vila Mariana. Depois de tirar qualquer coisa que pudesse atrapalhar, como carteira, celular, começamos a nos pegar em pé mesmo, beijo longo, pegada forte. Ele não era muito alto, talvez uns 1,74m, 74 quilos, macho, na verdade um moleque, de boné, algumas tatuagens e um alargador. Era magro, muit gostoso, pau bom, bunda pequena gostosa e redondinha. Quando dei por mim, ele já estava de cueca branca e eu pelado, no estilo polvo, pegando forte em tudo e esfregando minha pica nele. Então peguei aquele moleque e já joguei na cama, e comecei a linguar aquele corpo, liso, pernas peludas, um pouco nervoso, mas com muita vontade. Ele então levantou e começou a pegar no meu pau. Eu deitei e ele, de quatro, começou a me mamar. Este motel era muito bom, havia espelhos no teto e nos dois lados da cama. Enquanto recebia uma mamada sedenta do moleque, o via de quatro pelo espelho do teto, com a cueca branca esticada. Foi então que me levantei sem atrapalhar a mamada e ajudei a tirar a cueca dele, pra facilitar minha visão. Bunda pequena e linda daquele moleque, já imaginando o estrago que faria quando o pegasse de jeito. Depois de deixar ele matar a vontade de chupar a pica de um macho, o joguei novamente de bruços na cama, e comecei a dar um trato naquele rabo, liso e gostoso. E do jeito que gosto de fazer, depois de linguar, deito por cima e começo a esfregar minha pica melada de baba do pau e da baba da boca dele. Meu pau deslizava já querendo entrar naquele rabo gostoso, que parecia que pedia por rola. Coloquei a camisinha e mantive a brincadeira, até que peguei numa mão dele, depois na outra, segurei com força e enfiei. Talvez de tanto esfregar e por estar quente, suado e o tesão, o pau entrou gostoso mesmo com aquele cuzinho fechado, fazendo o moleque dar um berro de dor e de tesão. Foi então que pirei com os espelhos nas laterais da cama, podia ver a cara dele toda vez que meu pau entrava e saia daquele rabo gostoso. O melhor foi quando encaixei nele de lado, segurei por trás e comecei a bombar, olhando pra cara dele pelo espelho, e socando conforme via a expressão da cara dele. Meti muito, era muito gostoso ver ele delirando de tesão. Até que ele esporrou enquanto metia deste jeito. Mas não foi o bastante pra me fazer parar, ainda assim o fiz sentar e cavalgar de frente, pra olhar pra aquele moleque curtindo uma rola sem parar. Então surgiu o pedido, que pra mim foi inesperado e estranho. Ele me pediu que quando eu fosse esporrar, que ele queria que fosse na boca dele e queria me beijar depois. Já imaginei na hora, caralho, a minha porra na minha boca? Não era muito a favor, mas pelo que fiz ele sofrer na pica, valia a experiência. Ainda meti algumas vezes antes de mandar ele voltar a mamar e dei a ordem: Tira leite da pica moleque! Novamente de quatro na cama, levando dedada, o moleque chupou, bateu, lambeu, até conseguir me fazer esporrar sem precisar ajudá-lo com nada. Me contorcia na cama, segurando o lençol, enquanto enchia a boca dele da minha porra. Então ele se levantou, veio e sentou no meu colo e começou a me beijar. Apesar de estranho, meu pau ainda latejava com aquele beijo e a minha porra escorrendo das nossas bocas, nos lambuzando, enquanto ele esfregava o rabo na minha pica ainda dura. Depois dessa gozada, ainda tivemos um segundo round, mas quem esporrou a segunda vez foi ele, levando de quatro, enquanto eu o puxava pelo cabelo, fazendo olhar pelo espelho do teto, eu metendo sem parar. Apesar da foda do caralho que tivemos, o beijo de porra foi o que marcou naquela noite de Rock, bebê!
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