VÉSPERA DE FERIADO - APRONTANDO NO CARRO
Sabe quando você acorda naquele dia que sabe que vai aprontar alguma coisa? Acordei assim ontem e fui trabalhar. Tive que ir pra outra cidade, então já fui preparado. Escolhi a melhor cueca, boxer, sempre, a calça que valoriza o pacote e não precisa usar cinto pra facilitar na urgência. Chegando cedo no trabalho, um contato estava bem próximo. Trocamos fotos, moreno, cara de macho, bunda redondinha e um pau que faria muitos passivos felizes, grande e grosso. Apesar de mostrar a menos de 300 m de distância, ele estava a caminho do trabalho e não podia colaborar para matar o meu tesão. Estava com tesão de uma mamada daquelas, demoradas, molhadas, misturadas com uma pegação daquelas que você que já fez, sabe do que estou falando. Mas não foi desta vez, e apesar dele se mostrar muito interessado, me fez uma promessa: se estiver ainda por aqui na minha volta, resolvo o seu problema. E lá fui eu novamente buscando outra oportunidade. Já era quase 4 da tarde, e eu achando que não seria o bom dia. A cueca já estava melada de tanto tesão, também, ver várias fotos e possibilidades só me atiçavam. Até que um cara, seus 24 anos, corpo normal, após me interrogar e mostrar-se aqueles medrosos com tesão, topou saciar meu tesão. Combinamos de nos encontrar no estacionamento de um mercado de bairro próximo, de lá veríamos para onde iria, aliás, era tarde e claro ainda, sem falar que eu estava trabalhando, não poderia demorar muito tempo. Depois de um tempo, nos encontramos, nos cumprimentamos como se já o conhecesse há um tempo. Era macho, branco, uns 1,78m, corpo normal, parecia aqueles nerds, mas macho, daqueles que você jamais imaginaria que curtisse, além de futebol e videogame. Fomos até o carro dele e sugeriu que ficássemos por ali mesmo, já que seu carro era totalmente filmado e já estava escurecendo. Antes que pudesse sugerir algo diferente, já pegou no volume da minha calça, que já estava meio bomba, e o fez endurecer. Ele mesmo abriu os botões e tirou pra fora. Antes de cair de boca, abriu sua própria calça e tirou seu pau ainda mole, pau até bonito. Quando pegou o seu na mão, caiu de boca no meu e o chupava com certa dificuldade. Com certeza não era muito experiente, mas se esforçou, chupava, lambia, enfiava minhas bolas na boca. Ao se levantar, seu pau já latejava e batia o dele e o meu, cada um em uma mão. Me pediu pra eu chupar, mas não quis, apesar do tesão, havia dito que só queria ser mamado. Como ele topou, mantive a postura. E o mandei mamar mais. Ele obedeceu, e chupava, chupava como se quisesse que eu gozasse logo. Mas mal sabia ele que eu demoro muito a gozar, e depois de muito chupar, o avisei disso. Como estava com tesão e perceber a pouca experiência dele, agilizei e gozamos, cada um na sua barriga, pelo menos consegui uma mamada naquele dia difícil. Voltei a trabalhar, mas ainda percebi que não estava satisfeito. Na hora de ir embora, resolvi voltar naquele mercado, fui fazer uma fézinha na lotérica. Acabei indo no banheiro e pra minha surpresa, percebi um movimento de um cara de uns 42 anos arrumando a calça. Não conseguiu disfarçar o pau duro. Entrei em um dos boxes olhando pra ele e deixei a porta aberta. Percebi que um outro saiu pra continuar mamando o quarentão. Ele era quase um negão, moreno, com aliança, parrudo, gostoso. Havia um moleque chupando e logo depois apareceram mais dois que estavam assistindo também. Comecei a bater uma no meu box e esperei o movimento. Quando dei uma olhada, o quarentão sendo mamado, teve que se arrumar denovo, entrou outro cara. Disfarçamos todos, até que ficou silêncio novamente. Quando olhei, o negão me chamou para outro box e fui com ele. Lá começamos a bater juntos, aliás, ele batendo pra mim e pra ele. Achei que ele iria me mamar, mas ele não aguentou e esporrou ali mesmo no chão. Apesar do meu tesão, ouvimos alguém entrar. Ele saiu e eu logo em seguida. Fui buscar meu carro no estacionamento. Paguei, liguei o gps, mas antes entrei pela ultima vez no app. Lembra do cara da manhã? Pra minha surpresa ele estava por perto e perguntou se podia me encontrar ali perto. Pensei rápido e prontamente respondi que sim, no mesmo mercado que havia acabado de sair. Dei a volta dois quarteirões e foi o tempo dele chegar. Parei na rua de cima e fui encontrá-lo. Nos vimos, cumprimentamos e já curti. Parecia malhado, estava de calça social, voz e jeito de macho. Falei que havia deixado o carro na rua de cima e fomos até lá. Estava frio e entramos rápido no carro. Percebemos que estava bem claro e que na rua lateral, parecia mais tranquila. Encaixei o meu carro estrategicamente para ver quem estava vindo e ele já começou a pegar no meu pau. Lembrar sempre de usar uma calça que deixe bem volumado, deu muito certo hoje. Quando começou a falar, percebi que não era daqui e vim depois a saber que era baiano. Mal tive tempo para nada, ele rapidamente abriu minha calça e caiu de boca. E que boca, como chupava bem. Como é diferente quando sabem tratar bem seu pau. Tá certo que eu já estava com tesão novamente, mas nada quando sabe fazer enfiar o seu pau na boca e parece que estão batendo uma pra você com a boca. Ou melhor, parece que está sentando no seu pau, com a boca. A cada chupada, ele dava um jeito a mais de tirar minha roupa. A chupada me dava tanto tesão, que comecei a chupar o pescoço dele, enfiar a mão pelo corpo dele, tentei colocar a mão no rabo que era grande, mas a calça apertada não permitiu. A minha pegada e chupada no pescoço dele o fez levantar e começamos a nos beijar. Outra coisa que muda totalmente a coisa é o beijo, quando o beijo encaixa, fodeu! Me deu tanto tesão que arranquei jaqueta, camiseta, baixei a calça e fiz o mesmo com ele. Quando ele desceu a calça, o pau latejava, duro, melado. Ele caiu de boa no meu peito e comecei a descer a mão até o rabo dele. Que rabo grande, minha vontade de comer era grande, mas ele disse não ser um bom dia. Como se isso tivesse feito diferença naquela hora, pelo contrário, como a vontade dele também era grande, voltou a me chupar, desta vez com mais vontade. Diferente da primeira mamada do dia, minha vontade de gozar era maior e não precisei ajudar muito. Depois de muitos pegas e uma das melhores mamadas antes recebida, senti vontade de gozar. Falei que queria gozar e perguntei se seria na boca dele. "Na minha boca não"!, exclamou ele. Mas com a pegada que estava, chupando a orelha dele, eu falei, na boca vai, deixa teu macho esporrar na boca. Baixei a cabeça dele que continuou linguando a cabeça do meu pau enquanto eu batia até eu começar a esporrar. Ele então enfiou meu pau na boca e chupou até tirar toda a minha porra na boca. Depois de limpar meu pau, percebi que a porra ainda estava lá. Ele cuspiu fora do carro e voltou pra terminar o serviço. Sim, ele voltou e chupou meu pau até amolecer na boca dele. Então me perguntou se queria que ele gozasse. Eu disse que sim e ele começou a bater aquele pau grande enquanto eu chupava o pescoço dele e segurava na cabeça, desci até o peito. Então ele esporrou, grosso, forte, na barriga. Ainda nos pegamos mais um pouco antes de irmos e ficou combinado ali uma foda de verdade, na cama. Quando rolar, volto a falar do Baiano do interior...
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