O PRIMEIRO CONTO! A PRIMEIRA VEZ COM O ESTUDANTE DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Olá! Meu nome é Seth! Talvez você que chegou aqui se identifique comigo.
Apesar de todos te acharem um homem pegador de mulheres, você tem uma vida dupla, ou se preferir, um cara bissexual que tem certeza do seu gosto por mulher e por homem. Eu e alguns dos caras que vivem deste mesmo jeito, costumamos dizer que curtimos homens como nós, onde a grande maioria não imagina o que acontece literalmente por ai. E vou compartilhar de algumas destas histórias e tenho certeza que não estarei sozinho.
Como não vou contar uma história, não há preocupação com o tempo e o espaço, mas irei ambientar meu grau de experiência sexual em cada caso. Ah, se você não entendeu ainda, vou contar apenas meus casos ocultos com caras. Os que tive com mulheres, já compartilhei com meus amigos e não são tão interessantes, pois não é uma parte oculta da minha vida!
Seja bem vindo!

A PRIMEIRA VEZ COM O ESTUDANTE DE EDUCAÇÃO FÍSICA

As possibilidades hoje de se conseguir sexo sem compromisso são infinitas. Existem apps, o velho e bom bate-papo, os encontros de ruas (que pra mim são um dos melhores). Mas quando você acaba fazendo amizades, há o que chamamos de troca de contatos, ou simplesmente indicação. Um dos meus contatos me indicou este cara que havia conhecido do bate papo, mas como ele morava longe e sabia um pouco do meu gosto, acabou me indicando. Falando pelo velho e bom Skype, nos vimos, nos curtimos e como o tesão foi grande, combinamos para já no dia seguinte. Pela cam, vi um cara com jeito de moleque, já tinha seus 24 anos, corpo todo definido, loiro, bunda linda e redondinha e praticamente uns 20 cms de benga. Eu não sou pauzudo, mas curto demais comer um pauzudo, tenho uma teoria que escrevo sobre ela outra dia. Ele também me curtiu, eu costumo atrair por ter traços de homem rústico, a barba acentua mais, e tenho um corpo que não se joga fora. Voltando ao que interessa, após ele se exibir com os seus 20 centímetros e confessar que é mais ativo, mas quando encontra um ativo convicto como eu, prefere ceder para um macho que saiba fazer.
Modéstia a parte, sei muito bem usar o que tenho entre as pernas. Após convencê-lo de que o que faria ia deixá-lo maluco e o fazê-lo gozar só com os detalhes de como faria com ele, nos encontramos no dia seguinte.
O peguei no meio do caminho e fomos a um motel perto do trabalho dele para que ele não se atrasasse depois. Assim que o peguei, não tinha muita diferença da câmera, mas nunca é igual. Ele era menor que eu, mais baixo, o que é muito bom. Pareceu mais novo, inclusive pelas espinhas que não pareceu muito na cam, mas sua voz grave e seu papo cheio de gírias provou que era tão macho quanto eu. Safado, já foi pegando no meu pau durante o caminho pra dar aquela conferida, mas não viu muita coisa, pois sempre fico nervoso até a porta do estacionamento do motel ser fechada. Dentro da vaga do estacionamento, já o puxei pra junto do meu corpo e nos beijamos, eu como de costume passei a mão pelo seu corpo até descer na sua bunda, já por dentro do short e da cueca (gosto de saber o que vou ter pela frente). E sim, era dura como imaginara na câmera do dia anterior. Subimos as escadas, trancamos a porta e praticamente nos atacamos. Não conversamos, apenas nos beijamos e como dois machos em fúria e lembrando de tudo que foi dito na noite anterior, arrancamos nossas roupas e o joguei na cama, já o chupando da boca até o pau. Sim, um cara que costuma ser ativo merece este agrado, principalmente porque logo em seguida já sigo até o rabo, e sempre o cara não espera muito esta ligação. Nos pegávamos forte, coisa de machos que se pegam e não se machucam. Já o virei de costas e cai de boca naquele rabo, liso. Enfiei minha cara e ele, safado, pegou na minha cabeça e segurou dentro do rabo dele. Linguava e molhava o rabo dele, já com intenções. Já subi pelo corpo dele, linguando suas costas, até deitar completamente por cima dele, e encaixar meu pau no seu rabo. Enquanto esfregava meu pau latejando e melado no rabo dele, naquela disputa de entrar e dele impedir que eu enfiasse sem capa, segurei nas mãos dele e comecei a chupar o pescoço e sentir ele gemendo de tesão. Naquele esfrega todo, sentia a cabeça do meu pau quase entrando, quando me levanto, coloco a camisinha e ele, percebendo o que estava fazendo, se manteve deitado, esperando o seu macho voltar na mesma posição. E eu voltei, mas desta vez, quando encaixei, encaixei forte, como se quisesse realmente rasgar aquele rabo. E o fiz. Ele deu um berro, me xingou de filho da puta, apertou minhas mãos e começou a rebolar no meu pau. Foi o sinal pra eu começar a bombar, forte, sem dó, assim como disse que faria na conversa da noite anterior. Passamos as duas horas seguintes metendo e conhecendo um ao corpo do outro, em todas as posições possíveis.
Mas a melhor parte foi quando ele veio e sentou de frente e começou a cavalgar, forte, urrando no meu ouvido. O segurava forte, dando tapas naquele rabo branco que cavalgava e batia com os 20 cms na minha barriga, duro, como se quem estivesse fodendo fosse ele. A pegada era tão forte e o tesão no mesmo ritmo que ele não aguentou e esporrou em mim, e eu ainda socando, sem parar. Demos uma pausa e voltamos, na mesma intensidade, com a mesma vontade, para então gozarmos juntos. Foi a primeira e intensa foda entre dois machos sedentos por sexo às 16 horas daquela tarde. Assim que nos saciamos, tomamos uma ducha e partimos, já que ele ainda iria trabalhar. Mais tarde, pela cam, voltamos a nos falar e ele falou que quando eu quisesse, era só pedir que eu seria o macho dele novamente. Tive que bater mais uma naquela noite, totalmente dedicado ao estudante de educação física.

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